Alexandre Reider Artista Plástico

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Curiosidades

  • Cunha - Maio 2011

    O atelier A. Reider organizou um workshop ao ar livre no Hotel Fazenda São Francisco, em Cunha.

    Foram dois dias de curso com sessões de pintura na parte da manhã e da tarde. Abaixo seguem as fotos do evento.

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  • Bernie Eclestone

    Fui convidado a pintar uma tela que foi presenteada ao "chefão" da fórmula 1, Sr Bernie Eclestone pelos donos da Churrascaria Vento Haragano, para a qual eu produzi uma série especial de óleos que decoram as paredes de um dos melhores restaurantes de carnes do Brasil. A entrega ocorreu durante o final de semana do GP Brasil de fórmula 1, em outubro de 2010.

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  • Fotos dos workshops realizados nos dias 12 e 13 de setembro de 2009, no atelier de Lurdinha Perina em Itu. Agradeço aos participantes e à organizadora do curso. Alexandre Reider.

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  • Reider em Porto Alegre

    Nos dias 23, 24 e 25 de abril de 2009, o artista Alexandre Reider esteve em Porto Alegre onde lecionou dois workshops de pintura no atelier Cor da Terra. O atelier organizou um passeio com um grupo de 40 pessoas para a Reserva Ecológica Família Lima, onde o artista realizou uma apresentação de pintura ao vivo para, além de uma visita ao museu de arte Frederico Scheffel, em Novo Hamburgo.

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  • Encontro com Caetano Ferrari

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    No dia 2 de novembro de 2008, a Pintar realizou um encontro do consultor de Materiais Artisticos Caetano Ferrari, com convidados de Artista Plástico Alexandre Reider.

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    Com presença de mais de 25 pessoas e com o tema "Tudo o que você quis saber sobre materiáis artísticos, mas..." foram abordados assuntos como PIGMENTOS, AGLUTINANTES, SUPORTES, FABRICAÇÃO DE TINTAS, DIFERENÇAS DE NÍVEIS DE QUALIDADE, PALETA VISCERAL DO ÓLEO, HIGIENE DA PINTURA À ÓLEO, ETC

    Caetano é com certeza um doa maiores conhecedores e estudiosos de Materiais Artísticos, e a Palestra foi um sucesso.

  • Alexandre Reider é Júri no XXIII Salão de Artes Plásticas de Arceburgo.

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    Comissão organizadora e membros do júri na seleção das obras ocorrida em 31 de maio de 2008, para o XXIII Salão de Artes Plásticas de Arceburgo – M.G.

  • Viagem a Cunha, SP - 16 a 18 de maio de 2008

    Depois de muito tempo sem pegar a estrada a animada turma do atelier A.Reider chegou a Cunha na noite de 16 de maio de 2008. Pra matar a saudade ficamos na pousada São Francisco, que nos acolheu com o sossego do campo e as delícias caseiras da cozinha da vovó!

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    Além das caminhadas fotográficas em meio à paisagem, massagem, sauna, passeio ao atelier de ceramistas locais e pintura ao ar livre com a orientação do professor - na cascata, no riacho...

    O já tradicional sorteio de brindes aconteceu no sábado à noite, muita descontração com cantoria e a presença dos caricaturistas Ricardo e Cárcamo registrando as caras e caretas do pessoal.

    É hora de ir embora levando na lembrança os momentos agradáveis vividos nesta viagem, muitos dos quais continuarão a viver nas telas.

  • Criando uma Páscoa mais Feliz

    O shopping Frei Caneca realiza pelo quinto ano consecutivo a Exposição “Criando uma Páscoa mais Feliz”. É com satisfação que Alexandre Reider faz sua primeira participação.

    A mostra reúne ovos de cerâmica, customizados por 26 artistas consagrados, e estarão em exposição de 13 a 30 de março no shopping Frei Caneca.

    Outro parceiro do evento é o site Mercado Livre, responsável pelo leilão das peças. A renda obtida com o leilão dos ovos será revertida para a Associação Helena Piccardi de Andrade Silva, ONG que se dedica ao transporte de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer (www.ahpas.org.br)

    Veja fotos de alguns convidados na noite de abertura da exposição:

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  • Salão de Belas Artes mostra novos talentos da arte figurativa do País

    Inaugurado no dia 07 de janeiro, com a presença de convidados, artistas, apreciadores das artes plásticas de várias gerações, além de autoridades, o 1º Salão de Belas Artes de São Paulo estará aberto ao público em geral até o dia 27. Tem o objetivo de propiciar aos participantes a oportunidade de ascenderem na carreira e revelar aos visitantes os novos talentos, tornando-os reconhecidos tanto no cenário artístico de São Paulo e do Brasil.

    Alexandre Reider, um dos três artistas premiados neste salão com medalha de ouro (os outros são Carmelo Gentil, na categoria pintura, com Vou começar, e Álvaro Teodoro Ronconi, pela escultura Família, início da liberdade), acredita que o evento constitui grande oportunidade para se discutir as questões artísticas, ganhar visibilidade e manter um laço entre os que praticam a arte figurativa. "É um lugar onde se acha delineado o panorama da boa arte figurativa brasileira", diz Reider, autor de Vale do Paraíba. Reider, aos 34 anos, já foi premiado no Salão Paulista de Belas Artes em edições anteriores, com medalhas de bronze e prata. Segundo ele, é a premiação mais importante no Brasil, pela tradição. O artista Pedro Alexandrino, por exemplo, conquistou ouro nos anos 1930, quando o evento surgiu pela primeira vez, ressalta

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    "Hoje temos diversos salões de arte que oferecem até prêmio maior em dinheiro, como o de Piracicaba e o de Ribeirão Preto, mas ser premiado em São Paulo tem um significado especial: as portas das galerias se abrem mais facilmente, passam a reconhecer melhor nosso trabalho, recebemos convites para eventos nacionais e internacionais, nossos ateliês atraem alunos de todas as regiões do Brasil, enfim, trata-se de um certificado de qualidade".

    A professora aposentada da Escola Caetano de Campos e também artista plástica, Irene Thomassi Antonelli, acompanha as atividades do salão há mais de 70 anos. Primeiro como freqüentadora, depois, como coordenadora. Ela conta que o primeiro salão foi inaugurado em 25 de janeiro de 1934, na Escola de Belas Artes, que ficava próxima à Faculdade de Direito, na Rua 11 de Agosto. Naquela época, era freqüentado por artistas de renome como Oscar Pereira da Silva, Pedro Alexandrino (nomes revelados pelo evento), além de Vítor Brecheret, Eliseu Visconti, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Volpi e Clodomiro Amazonas. "Naquele ano, foram expostas 830 obras, um avanço para a São Paulo daqueles tempos". Revelou, ainda, o impressionista colorista Djalma Urban, que ganhou todas as premiações outorgadas durante o salão. "Agora que volta à ativa, a nossa torcida é para que continue, como nos velhos tempos, em que a arte figurativa era muito respeitada", comemora Inês.

    Na sua casa, na Avenida Nova Cantareira, Djalma Urban fala dos velhos e novos tempos do salão. Com mais de 1,5 mil quadros pintados ao longo da carreira, aos 90 anos, recorda, ao lado da imensa tela sobre a estação da Luz: "O salão começou com um grupo de pintores que resolveram se unir, entre eles, Ianelli, Durval Pereira, Cimino. No meu caso, só me deu alegrias, me revelou ao mundo e ainda agora, nessa nova edição, recebo homenagem de reconhecimento pelo meu trabalho nas artes plásticas. Não posso querer mais nada, sou o homem mais medalhado do Brasil", brinca.

    Além de Urban, foi homenageada a artista Carlota Lopes de Oliveira pelo reconhecimento do seu trabalho, diversas vezes à frente da organização das inúmeras versões do salão paulista.

    Texto extraído da reportagem de Maria das Graças Leocádio – da Agência Imprensa Oficial, publicado no Diário Oficial em 08/01/08.

    SERVIÇO
    Porão das Artes - Fundação Bienal de São Paulo - Parque do Ibirapuera (entrada pelo portão 3)
    De terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas

  • Reider conquista medalha de Ouro no 1º Salão de Belas Artes de São Paulo

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    Quadro Premiado com medalha de Ouro e prêmio aquisitivo: Vale do Paraíba, 1,50x2,00m

    "A mostra do 1º Salão de Belas Artes de São Paulo, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, com apoio da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), será realizada entre os dias 7 e 27 de janeiro de 2008, no Pavilhão da Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera.

    O objetivo deste evento é continuar a tradição do antigo Salão Paulista de Belas Artes, inaugurado em 1934 e interrompido por três anos, e revelar trabalhos artísticos vinculados exclusivamente à arte figurativa. O evento homenageará o pintor figurativista Djalma Urban." (texto extraído do site www.cultura.sp.gov.br).

    O pintor Alexandre Reider já havia recebido as medalhas de bronze e prata em edições anteriores do Salão Paulista de Belas Artes. Agora chega à premiação máxima deste 1º Salão de Belas Artes de São Paulo, uma das mostras competitivas mais importantes da Arte Figurativa, recebendo a Medalha de Ouro e Prêmio Aquisição.

    Outros artistas reconhecidos no cenário nacional e internacional também já receberam a Medalha de Ouro do Salão Paulista de Belas Artes, alguns deles são: Ado Magalagoli; Aldo Cardarelli; Alípio Dutra; Djalma Urban; Gilberto Geraldo; Leopoldo Gotuzzo, Oscar Pereira da Silva; Pacheco Ferraz; Paulo do Valle Jr.; Pedro Alexandrino; Salvador Rodrigues Jr., Takaki.

    Inauguração e Premiação: dia 07 de janeiro de 2008 às 20h.
    Expoisção: De 08 a 27/01/08, de terça a domingo, das 10h às 18h.
    Local: Pavilhão da Bienal de São Paulo, Parque do Ibirapuera.

  • A Pintura no Espaço Rural Brasileiro Conferência oferecida pelo artista Alexandre Reider no 6º Congresso Brasileiro de Turismo Rural, em Piracicaba - SP

    Texto escrito por Alexandre Reider, pintor, desenhista e professor.

    Pintura no espaço rural brasileiro.

    A busca pelo tema.

    Quando fui convidado a escrever um texto para o 6º Congresso Brasileiro de Turismo Rural com o tema Pintura no espaço rural brasileiro fui tomado por um sentimento de entusiasmo e preocupação. Entusiasmo, pois a intenção de desenvolver uma apresentação de minhas idéias em relação à pintura e à arte em geral vem crescendo com o passar dos anos; preocupação por ser eu um pintor, acostumado a me expressar com tintas e pincéis.

    Após algumas noites em claro tentando encontrar uma linha de raciocínio, percebi que a melhor decisão seria falar de minhas experiências como pintor paisagista, da minha visão do panorama da pintura em nossos dias, destacando o processo de escolha de temas rurais para a produção artística.

    O Brasil tem uma tradição de pintores que abordaram com maestria o universo rural em diversas escolas de pintura e que persiste até os nossos dias. Mas não foi sempre assim.

    Após séculos de influência européia na pintura desde Franz Post, passando pela Missão Francesa e a Academia Imperial de Belas Artes foi com José Ferraz de Almeida Junior (1850-1899) que a arte pictórica brasileira voltou-se para a formação de uma identidade nacional. Suas telas regionalistas foram um marco divisório para a arte brasileira.

    A identidade nacional presente na obra de Almeida Junior só se manifestou quando ele se voltou para as vivências que marcaram sua infância e juventude em Itu, no interior de São Paulo, mesmo após sua estada na Europa. Ao pintar sua terra, sua gente e seu modo de vida foi clara a mudança nas cores de sua paleta e na composição de suas telas, sendo considerada esta fase a mais importante de sua carreira.

    O artista é invariavelmente produto do seu meio, sendo assim, sua produção deve estar ligada ao seu modo de vida para ser autêntica.

    Como artista que trabalha com o tema rural brasileiro, me pergunto se há sentido em retratar um caipira sentado ao pé de uma casa de pau-a-pique preparando seu fumo ou uma boa prosa ao som da velha viola, após Almeida Junior.

    Desde “O Caipira picando fumo”, “Nhá Chica” ou “Violeiro” a vida no campo mudou, os costumes mudaram, a produção agrícola mudou, até o caipira mudou-se pra cidade ou filiou-se a algum movimento sem terra. Onde foram parar a ingenuidade, o tempo que passa vagaroso, o ruído de um carro de boi voltando do arado, o galinheiro de galinhas e galos caipiras?

    O mundo globalizado suprimiu o regionalismo, a tradição e minimizou as diferenças culturais, matérias primas para a produção do artista que trabalha com esse tema.

    O mundo virtual é cada vez mais real e o contato pessoal cada vez mais dispensável; o conhecimento não se dá mais com experiências de vida, mas com informação enlatada. Até o nosso gosto estético é moldado por uma ditadura da arte “moderna” baseada em clichês vulgares e apelativos da vida cotidiana. Como disse Afonso Romano de Sant’Anna¹, “valoriza-se a arte do espetáculo e não o espetáculo da arte”. Temos vergonha de expor nossa verdadeira opinião a respeito da pintura contemporânea com receio de sermos ironizados ou tachados de ignorantes pela elite pseudo intelectual.

    Vivemos numa nau à deriva em meio a bienais que mais parecem parques temáticos, instalações de mau gosto e pinturas conceituais onde o conceito é o produto final e não um ponto de partida.

    Mas há luz no fim do túnel. Ao analisarmos os movimentos artísticos da história, percebemos que existe um processo cíclico e que cada nova verdade contradiz e se opõe à anterior. Vejo um retorno ainda tímido mas constante aos valores clássicos e populares tradicionais. Na música, as salas de concerto e de música regional atraem cada vez mais pessoas; no cinema, as histórias simples e emocionantes voltaram às telas com ótimos filmes nacionais; na literatura, contos da nossa gente e da nossa cultura ocupam espaço nas prateleiras das livrarias; e na pintura?

    A pintura brasileira sofre com a falta de capacitação técnica e ensino de fundamentos. Pintores chamados acadêmicos reclamam do mercado, mas não buscam informação e conhecimento para tornar seu trabalho convincente ou ainda pintam naturezas mortas com a velha fórmula dos fundos escuros com peças e composições do século XIX.

    Não há espaço para comodismos, pinturas de fórmula ou temas pré-estabelecidos. É preciso ir a campo, reaprender a enxergar, reativar a sensibilidade e revalorizar a criatividade.

    Há que se repensar o posicionamento e a missão do artista acadêmico nos dias de hoje. Artistas e professores estão surgindo com uma nova proposta de arte acadêmica, figurativa ou naturalista. A verdade é que para ser convincente, a pintura acadêmica precisa de fundamento, teoria e prática, mas para ter sucesso, esse conhecimento deve ser somado a uma nova maneira de pensar. Encontrar o equilíbrio entre a tradição clássica e as informações visuais sensoriais do mundo atual é o grande desafio do pintor nos dias de hoje.

    ¹ SANT’ANNA, Afonso Romano. Desconstruir Duchamp. Ed. Vieira & Lent Casa Editorial Ltda.: Rio de Janeiro, 2003.

  • Exposição Paisagens da Mantiqueira - Campos do Jordão - SP

    Foi um sucesso a exposição Paisagens da Mantiqueira, apresentada pelo artista Alexandre Reider no Hotel Orotour em Campos do Jordão de 06 a 29 de julho de 2007. Veja a seguir algumas fotos do evento.

    Estudantes de arte apreciam as obras expostas. A exposição recebeu grande número de visitantes durante toda a temporada de inverno de 2007. O artista ao lado do proprietário do Hotel Orotour Sr Nelson Canepa e do arquiteto Sr. Oswaldo Bueno Branca Jordão, o secretário de Turismo de Campos de Jordão Luis Nashima e sua esposa Melissa, acompanhados pelo artista. Alexandre e Eliane Reider receberam os convidados na noite do dia 06 de julho para a abertura da exposição Paisagens da Mantiqueira. Reider apresenta uma das obras em destaque O artista plástico José D'Addio e sua esposa Hermínia também estiveram presentes.

  • Reider é escolhido artista do mês pela revista American artist

    A American Artist , editada nos Estados Unidos, é a revista de artes mais importante do mundo, onde são apresentados trabalhos dos melhores artistas plásticos, com reportagens e demonstrações de pintura a óleo, acrílica, aquarela e desenho. Alexandre Reider foi escolhido o artista do mês por um júri formado por redatores, editores e artistas da American a rtist, para ser apresentado no site da revista. É a primeira vez que um brasileiro ocupa lugar de destaque nesta publicação, que é referência para artistas e estudantes de todo o mundo.

    Visite a página http://www.artistdaily.com/blogs/artofmonth/archive/2007/03/17/artist-of-the-month-alexandre-reider.aspx para ver reportagem e as obras escolhidas.

    Reportagem Traduzida

    Nosso Artista do Mês Alexandre Reider , de São Paulo - Brasil, representa os leitores Sul Americanos da American Artist . Sobre São Paulo ele fala: “É a maior cidade do Brasill, nós temos um grande mercado de arte — é aqui que as coisas acontecem.” Não surpreende que Reider conte que sua inspiração vem das belezas naturais do seu país. “Viajo pelas serras, campos e pelo litoral brasileiro realizando estudos ao ar livre com lápis, aquarela e óleo” diz o artista. Baseia seu convincente trabalho de paisagem em seus estudos ao ar livre e nas fotografias que faz em campo, completando suas pinturas no atelier.

    As paisagens evocativas de Reider lhe renderam diversos prêmios em salões de artes plásticas no Brasil. Ele estudou na Escola Pan-americana de Artes em São Paulo , e freqüentou aulas com Luiz Pinto, um dos maiores artistas do Brasil. Atualmente Reider dá aulas de pintura e workshops em seu atelier em São Paulo e, com freqüência, é convidado para atuar como júri em salões de arte. Entre seus artistas favoritos estão os americanos Math Smith, Morgan Weistling, and Richard Schmid.

    “Sou um entusiasta da natureza Brasileira” ele conclui, “ e como artista, sinto o dever de exaltá-la e compartilhá-la com o resto do mundo.” Visite o site de Reider para maiores informações.

    Edith Zimmerman é a assistente editorial da American Artist.

  • Veja como foi a clínica de pintura ao ar livre no dia 25 de março de 2006 em São Pedro-SP

    O Grupo de 29 pessoas organizado pelo atelier A. Reider ficou hospedado no Hotel e SPA Villa Vitta, em São Pedro- SP, curtindo os prazeres da natureza e das dependências do hotel. No dia 25 de março, 15 alunos tiveram o prazer de experimentar a pintura ao ar livre e a oportunidade de receber as orientações do mestre Alexandre Reider, numa deliciosa manhã de sábado. No fim da tarde, o grupo se reuniu para receber dicas de fotografia do professor , a fim de obter os melhores resultados e poder usa-las como referência para pintura.

  • O Atelier Reider organiza Passeios Culturais

    O Atelier Reider organiza Passeios Culturais: em fevereiro de 2005 um grupo acompanhado do professor Alexandre Reider, visitou ao acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, seguido de um passeio fotográfico no Parque da Luz;

  • Cunha 2005

    Cunha foi um dos destinos mais belos já escolhidos pelo Atelier A. Reider.

    Os Alunos Participaram de uma clinica de pintura no final da tarde, aproveitando os últimos raios dourados de sol, sendo assistidos pelo professor Alexandre Reider, com apostila desenvolvida especialmente para este evento.

    Durante o tempo livre, na Pousada São Francisco, massagem relaxante, banho de cachoeira, cavalgadas, passeios fotográficos e até prática de pintura ao ar livre. Fizemos um passeio aos atelieres de cerâmica da cidade.

    Participou desta viajem, nosso companheiro de outras aventuras, o artista José D'addio.

  • São Lourenço 2003

    Hospedados na Pousada Amandari, com uma vista privilegiada das montanhas da região das Águas, à beira da piscina. A turma assistiu a uma aula com demonstração de pintura ao vivo do mestre Alexandre Reider.

    De caravana com a maria fumaça, os aventureiros alunos do atelier A. Reider, ávidos por fotografar as curvas da estrada, perfizeram o caminho entre São Lourenço e Solidade de Minas.

    Na festa de celebração do sucesso da viagem, houve sorteio de brindes oferecidos por parceiros do atelier A. Reider: Pintar materiais artísticos, Espaço Adegean e Marco Dualibi.

    Sorteio do quadro pintado ao vivo pelo prof. entre os alunos.

    Pausa no passeio pelo parque ds águas de São Lourenço, entre uma nascente e outra.

  • São Bento do Sapucaí 2002

    Durante o dia os alunos aproveitaram para curtir a piscina, cavalgadas e ainda fotografar as belezas da Serra da Mantiqueira.

    No jardim do Hotel Estância com vista para a Pedra do Baú, o prof.º Alexandre Reider ofereceu uma aula com demonstração de pintura ao vivo, muito apreciada pelos alunos que não perderam um só detalhe.

    Nesta ocasião, foi sorteado entre os alunos, a tela pintada, ao vivo, pelo prof.º horas antes.

    Houve um jantar dançante com Karaoque, onde se revelaram alguns talentos musicais!

  • Santa Rita do Sapucaí 2000

    Nesta viagem o grupo foi munido de máquinas fotográficas para fazer um arquivo de referências da bela paisagem do Sul de Minas Gerais

    Participaram da viagem além dos alunos do Espaço Adegean e Finarte e os artistas José D'addio e Luiz Pinto.

  • Santa Rita do Sapucaí 1999

    Foi a primeira viagem dos alunos do Reider do Espaço ADEGEAN. Nessa época ainda não havia o atelier A.Reider.

    O que valeu foi o espírito de aventura e de amizade das pessoas. A intenção de pintar ao vivo já figurava entre o grupo, que pintou às margens do Rio Sapucaí.

    Participou desta viagem o artísta plastico José D'addio.

Contato

Alexandre Reider

Nasceu em São Paulo, em 1973. Começou a pintar aos 14 anos. Três anos mais tarde, em 1990, tornou-se aluno de Luíz Pinto e com ele aprimorou a técnica durante três anos de estudos...

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